Assinatura de Arquivos (Magic Numbers)
Assinatura de arquivos e magic numbers na computação forense, com conteúdo extraído do site de Gary Kessler sobre identificação de tipos de arquivo.
Perito em Computação ForensePresidente da APECOFProprietário da MM FORENSEProfessor de pós-graduação (IPOG)Organizador e autor de “Informática Forense”Certificação EC-Council CHFIMestre em Engenharia de Teleinformática (UFC)
Perito em computação forense e perícia digital, com 34 anos de experiência em Computação, Mestre e doutorando em Engenharia de Teleinformática (UFC), presidente da APECOF e organizador e autor do livro “Informática Forense”. Atende em todo o Brasil.
O Prof. Marcos Monteiro reúne 34 anos de experiência em Computação. É Mestre e Doutorando em Engenharia de Teleinformática pela Universidade Federal do Ceará (UFC), especialista em Computação Forense e Perícia Digital pelo Instituto de Pós-Graduação (IPOG), em Ciências Penais e Segurança Pública pelo Instituto Rogério Greco e em Perícia Forense pela UniChristus, além de ter MBA em Gerenciamento de Redes e Telecomunicações.
Preside a Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (APECOF). Detém a certificação internacional EC-Council CHFI (Computer Hacking Forensic Investigator). É fundador e diretor da MM FORENSE e atua como coordenador e professor em cursos de pós-graduação de instituições como UNIFOR, IPOG, PUC e UFRJ.
É autor do capítulo “O Contraditório na Prova Pericial”, da obra 200 Anos de Constitucionalismo (Editora AM2); do capítulo “Identificação e Tratamento Adequado de Vestígios Digitais”, da obra Da Prova: Investigação Criminal pela Defesa (Editora Almedina); e do capítulo “Da Computação Forense e Evidências Digitais”, da obra Código Deontológico de Boas Práticas de Investigação Defensiva da ABRACRIM (Editora Emais). É, ainda, organizador e autor do livro Informática Forense, da coleção Tratado de Perícias Forenses (Editora LEUD).
Foi gerente de TIC (CIO) da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará de 2011 a 2019, coordenador pedagógico de pós-graduação em Tecnologia da Informação no Centro Universitário Christus (2018–2024) e colunista de informática do Diário do Nordeste (2006–2015). Coordenou a segurança da informação e computação forense na Comissão de Direito Digital da OAB-SP (2020–2021).
Wikipédia Lattes Wikidata Instagram Facebook YouTube X Falar pelo WhatsApp
Fontes: Currículo Lattes e Wikipédia.
Assinatura de arquivos e magic numbers na computação forense, com conteúdo extraído do site de Gary Kessler sobre identificação de tipos de arquivo.
Falha no WPAD com o domínio padrão domain.name no DHCP permite proxy malicioso; veja como desativar a detecção automática e ajustar o roteador.
Conferência COFFORENSE em Teresina, no auditório da ESA, dia 10 de novembro de 2017, com casos reais de computação forense e direito digital.
Segundo COFFORENSE em Fortaleza, dia 7 de abril, com palestras de forense e sorteios; veja também fotos e slides da primeira edição.
Grupo no Telegram para trocar conhecimento sobre Computação Forense com peritos e advogados de direito digital; conversas fora do tema levam a banimento.
Análise do vazamento acidental de senhas de redes sociais do governo federal: arquivo único como ponto de falha e o padrão previsível de troca de letras.
Diferença entre crimes digitais próprios e impróprios, com exemplos de tipos penais do Código Penal aplicados a condutas na internet e em redes sociais.
Onde denunciar crimes cibernéticos no Brasil: existem delegacias especializadas em alguns estados e, sem uma na região, procure a mais próxima.
Teste de perito mostra como um pendrive com transformador elevador aumenta os 5V da USB e devolve a sobrecarga que frita a placa-mãe.
Após vazamentos no Dropbox, LinkedIn e Yahoo, veja como consultar no site Have I Been Pwned se seu login foi exposto e por que trocar suas senhas.
Slides da palestra sobre computação forense e investigação em ambiente computacional, apresentada no Seminário de Crimes, Ameaças e Investigação Digital.
Registro da palestra sobre legislação para a TI no Seminário de Crimes, Ameaças e Investigação Digital, de 2014, no Centro Universitário Estácio de Sá.
Para perícias judiciais, assistência técnica, pareceres, investigação defensiva e análise de provas digitais.
Atendimento sigiloso. As informações enviadas são tratadas conforme a LGPD.
Este site usa apenas cookies e armazenamento estritamente necessários ao funcionamento e à segurança. Não há cookies de publicidade nem de rastreamento. Se isso mudar, você será consultado antes. Detalhes na política de privacidade.